

Reiki pode ser utilizado como terapia complementar para doentes oncológicos

A Associação Portuguesa de Reiki (APR) defendeu, durante o Fórum Reiki e Medicina, que decorreu no passado sábado, no Palácio Estefânia, em Lisboa, que esta pode ser uma terapia complementar à medicina tradicional, já que ajuda as pessoas a superarem melhor doenças o cancro.
O Reiki, explicou à agência Lusa o presidente da APR, João Magalhães, é uma “terapia complementar, algo feito após um diagnóstico, não é uma medicina”. “O que queremos demonstrar é que pode ser uma terapia complementar eficaz”, afirmou, lembrando que os terapeutas de Reiki incentivam sempre a que as pessoas sejam acompanhadas por médicos especialistas.
Este “método terapêutico”, que significa “energia universal”, foi desenvolvido no Japão no início do século XX.
“Subentende-se que tudo é energia, que o Homem tem energia e que esta pode ficar desequilibrada. O Reiki trabalha ao nível da energia para a equilibrar, para ficarmos equilibrados, auxilia ao nível físico, mental e emocional”, esclareceu João Magalhães.
O presidente da APR referiu que esta terapia “tem sido bastante útil no caso de doentes oncológicos, de gestão do stress e em pessoas com depressões”, já que “ajuda muito a acalmar, a relaxar e a passar a fase da dor”.
“Dá um bem-estar contínuo, enquanto as pessoas vão resolvendo o problema através do tratamento médico, porque o Reiki de forma alguma substitui a medicina”, disse.
Na SIC, Fátima Ferreira, presidente da Associação de Apoios aos Doentes com Leucemina e Linfoma falou sobre os benefícios desta terapêutica para os doentes oncológicos. Veja o vídeo:






