

Posso ter mieloma múltiplo… e agora?
Se está a viver esta situação ou se alguém próximo, familiar ou amigo, tem mieloma múltiplo, aqui poderá encontrar informação útil sobre os diferentes aspectos relacionados com o mieloma múltiplo, e que pode ajudar a lidar com a doença.
Se pensa que pode ter mieloma múltiplo, clique aqui.
Nesta secção poderá encontrar:
- Os números do mieloma múltiplo em Portugal: conheça a incidência da doença em Portugal. [ver nesta página]
- A medula óssea: conheça melhor o tecido afectado. [ver +]
- O mieloma múltiplo: saiba mais sobre a doença. [ver +]
- Factores de risco: conheça quais os factores que podem ter influência no aparecimento do mieloma múltiplo. [ver +]
- Sinais e sintomas: saiba mais sobre os sinais de alerta que podem ajudar a “prevenir” e detectar o cancro numa fase precoce. [ver +]
- Detecção e diagnóstico: saiba mais sobre o acompanhamento médico e testes de diagnóstico. [ver +]
- Estadiamento ou fases: saiba como é avaliada a fase de desenvolvimento ou extensão do mieloma múltiplo. [ver +]
- Tratamentos e efeitos secundários: saiba mais sobre os vários tratamentos disponíveis e os seus efeitos secundários. [ver +]
- Perguntas frequentes: tenha resposta a algumas das perguntas mais frequentes sobre o mieloma múltiplo. [ver +]
- Apoio ao doente: saiba onde procurar apoio para lidar com esta situação e quais são os direitos de uma pessoa com mieloma múltiplo. [ver +]
Os números do mieloma múltiplo em Portugal
Se o seu médico lhe disser que tem mieloma múltiplo é natural que muitas dúvidas se levantem. Provavelmente nunca ouviu falar desta doença, ou, mesmo se já teve conhecimento deste diagnóstico, não é bem claro que saiba de que doença estamos a falar.
Não é de admirar, uma vez que se trata de uma doença rara. Na verdade, a incidência desta doença na Europa anda à volta de 3 por 100.00 habitantes/ano. Isto quer dizer que em Portugal, que tem 10.000.000 de habitantes, se espera que haja num ano 300 novos casos desta doença. Alguns destes casos não chegam a ser diagnosticados. Mas se felizmente não foi esse o seu caso, isto vai permitir ao seu médico prescrever-lhe a terapêutica adequada.






