

Posso ter síndrome mielodisplásica… e agora?
Se está a viver esta situação ou se alguém próximo, familiar ou amigo, tem síndrome mielodisplásica, aqui poderá encontrar informação útil sobre os diferentes aspectos relacionados com a síndrome mielodisplásica, e que pode ajudar a lidar com a doença.
Se pensa que pode ter síndrome mielodisplásica, clique aqui.
Nesta secção poderá encontrar:
- Os números das síndromes mielodisplásicas em Portugal: conheça a incidência da doença em Portugal. [ver nesta página]
- A medula óssea : conheça melhor o tecido afectado. [ver +]
- As síndromes mielodisplásicas: saiba mais sobre a doença. [ver +]
- Factores de risco: conheça quais os factores que podem ter influência no aparecimento das síndromes mielodisplásicas. [ver +]
- Sinais e sintomas: saiba mais sobre os sinais de alerta que podem ajudar a “prevenir” e detectar a síndrome numa fase precoce. [ver +]
- Detecção e diagnóstico: saiba mais sobre o acompanhamento médico e testes de diagnóstico. [ver +]
- Evolução: saiba como é avaliada a fase de desenvolvimento ou extensão das síndromes mielodisplásicas. [ver +]
- Tratamentos e efeitos secundários: saiba mais sobre os vários tratamentos disponíveis e os seus efeitos secundários. [ver +]
- Perguntas frequentes: tenha resposta a algumas das perguntas mais frequentes sobre as síndromes mielodisplásicas. [ver +]
- Apoio ao doente: saiba onde procurar apoio para lidar com esta situação e quais são os direitos de uma pessoa com síndrome mielodisplásica. [ver +]
Os números das síndromes mielodisplásicas em Portugal
Trata-se de uma doença rara, embora o seu diagnóstico tenha vindo a aumentar, não só porque se fazem mais análises, mas também porque os médicos estão mais alertados para esta situação. A incidência é de 5/100.000 habitantes ao ano.
Contudo, nas pessoas com mais de 60 anos a incidência aumenta para 20-50 por 100.000 habitantes por ano.
Estas doenças só foram identificadas como entidade própria em 1976. A incidência era nessa data baixa (1500 novos casos/ano nos USA) tendo passado para 13.000/ano em 1999. Pensa-se contudo que não terá havido um aumento tão grande da doença, mas sim, um melhor conhecimento da mesma, o que levou a um maior e mais rápido diagnóstico.






