

Quais os exames de diagnóstico das síndromes mielodisplásicas?
Análises ao sangue: o diagnóstico baseia-se na realização de análises de sangue, onde se observam as citopenias, ou a baixa dos valores de uma das linhagens.

Exame da medula óssea: o mielograma é realizado por meio de aspirado, através de uma picada no esterno ou na crista ilíaca, que é um osso da bacia. Antes é feita uma anestesia local para que o doente não sinta dor.
O mielograma pode mostrar as alterações morfológicas dos precursores das células sanguíneas e permite conhecer a percentagem de blastos ou células imaturas.
Biópsia óssea: para completar o último exame pode ser feita uma biopsia óssea, que é feita na crista ilíaca, após a anestesia e que permite a extracção de um pequeno fragmento de tecido ósseo. Este exame é importante por permitir a identificação de um pequeno grupo, cerca de 10% de casos, em que a medula é hipoplásica.
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Perguntas que pode fazer ao seu médico sobre... a biópsia |
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1 |
Que tipo de biópsia irei fazer? Porquê? |
| 2 | Onde vou fazer a biópsia? Tenho que ir ao Hospital? |
| 3 | Quanto tempo vai demorar a biópsia? Estarei acordado? Vai doer? Serei anestesiado? Qual será o tipo de anestesia? |
| 4 | Há riscos associados a este exame? Quais são as probabilidades de haver infecção ou perda de sangue, depois deste procedimento? |
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Quando irei saber os resultados? |
| 6 | Se eu tiver um cancro, quem irá falar comigo acerca dos próximos passos a seguir? Quando? |






