Posso ter cancro colo-rectal… e agora?



Se está a viver esta situação ou se alguém próximo, familiar ou amigo, tem cancro colo-rectal, aqui poderá encontrar informação útil sobre os diferentes aspectos relacionados com o cancro colo-rectal, e que pode ajudar a lidar com a doença.


Se pensa que pode ter cancro colo-rectal, clique aqui.


Nesta secção poderá encontrar:

 

  • Os números do cancro colo-rectal: conheça a incidência da doença [ver nesta página]
  • O cólon e o recto: conheça melhor os órgãos afectados. [ver +]
  • O cancro colo-rectal: saiba mais sobre a doença. [ver +]
  • Factores de risco: conheça quais os factores que podem ter influência no aparecimento do cancro colo-rectal. [ver +]
  • Sinais e sintomas: saiba mais sobre os sinais de alerta que podem ajudar a “prevenir” e detectar o cancro numa fase precoce. [ver +]
  • Detecção e diagnóstico: saiba mais sobre o acompanhamento médico e testes de diagnóstico. [ver +]
  • Estadiamento ou fases: saiba como é avaliada a fase de desenvolvimento ou extensão do cancro colo-rectal. [ver +]
  • Tratamentos e efeitos secundários: saiba mais sobre os vários tratamentos disponíveis e os seus efeitos secundários. [ver +]
  • Perguntas frequentes: tenha resposta a algumas das perguntas mais frequentes sobre o cancro colo-rectal. [ver +]
  • Apoio ao doente: saiba onde procurar apoio para lidar com esta situação e quais são os direitos de uma pessoa com cancro colo-rectal. [ver +]

 

Os números do cancro colo-rectal


 

O cancro colo-rectal é a terceira causa de morte por cancro em todo o mundo.

 

O relatório GLOBOCAN 2008 da Agência Internacional de Investigação do Cancro (IARC) revela que o cancro colo-rectal é a terceira forma mais comum de cancro nos homens (663.000 casos, 10% do total) e a segunda forma mais comum nas mulheres (570.000 casos, 9,4% do total) em todo o mundo.

 

Estima-se que por ano ocorram cerca de 608.000 mortes a nível mundial e 212.000 mortes na Europa por cancro colo-rectal.

 


São diagnosticados 413.000 novos casos por ano na Europa.

 

Em Portugal, é a segunda forma de cancro mais frequente.